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Posts Tagged ‘Love’

Aaai que saudade de escrever por aqui!! Acho que fiquei viciada…

Tenho um bom motivo pra explicar minha ausência, ok? Estava viajando pela costa da California!!

Sempre tive mania de anotar tudo o que eu faço nas minhas viagens, e dessa vez fiz questão de ser ainda mais detalhista, pra poder passar tudo pra vocês!

Isso não é um guia. São apenas as coisas que fiz e gostei…

1. Las Vegas

Era a única cidade fora da costa e que eu já conhecia. Fui pra feira de jóias que tem lá, a JCK! Foi mega difícil de entrar, mas no fim valeu a pena! Comprei várias coisas bacanas num preço ótimo! Depois mostro as peças prontas!

Dia:

Super aproveitei a piscina! Infelizmente não tenho muitas dicas nesse assunto, porque só fiquei na piscina do Wynn.

Almocei um dia no Batali, restaurante no Venetian, na praça que imita a Piazza San Marco. A comida é tão boa que parece que a gente está mesmo na Itália… Pedi uma salada caprese, presunto di Parma e depois uma massinha – tudo ótimo! (Estava acompanhada pra toda essa comida, tá?)

Noite:

No primeiro dia fui jantar no SW, um restaurante do Wynn, que fica de frente pra um lago, com uma cachoeira gigante onde eles projetam um filminhos. Tem show de meia em meia hora, então foi super legal. Ah, e a comida estava ótima!

XS

No dia que fui na boate (eu sou cafona, tá? odeio a palavra “balada”…), já aproveitei e jantei numa steakhouse do lado. Tudo no Encore, a torre nova do Wynn. O restaurante chama Botero e é cheio de quadros do Botero, claro. Aquele que pintava os gordinhos, sabe? Acho uma lindeza… Tomei um martini de frutas vermelhas que vinha com blueberries flutuando! e comi uma carne muito grande, da qual me arrependi depois, óbvio, já que ia sair. Aí fui pra XS, que pelo jeito está meio na moda por lá. A gente entra e vê no fundo a piscina do hotel, duas dançarinas em cada lado da porta e uma no balcão da piscina, lá longe! É o máximo! Só que nunca é a mesma coisa que sair aqui, né? As músicas não agradam muito e a mulherada é muito louca… É bom pra dar risada!

Fui também ver o show Love, do Cirque du Soleil, sobre os Beatles. É colorido, alegre, agitado, com muita dança misturada com acrobacias… Amei!!! E fiquei com as músicas na cabeça por um bom tempo depois…

E o melhor de todos, o jantar no Yellowtail, no Bellagio. É de frente pra fonte, que de tempos em tempos, “toca música e dança”. E do outro lado da rua, de fundo, está o Paris, pra mim o hotel com o exterior mais bonito de Las Vegas, enfeita a cidade. O restaurante é japonês, um problema pra mim nos EUA. Nunca sei o que pedir, porque as duplinhas sashimi são carérrimas e eu sou gordinha! Então pedi vários rolls. E o saquê?? Com aroma de cereja, nem sabia que existia isso… Muito, muito, muito bom. Dá até tristeza de tomar outro depois! Ah, e os rolls, tive que pedir uma segunda rodada, estavam muito bons…

2. São Francisco

Achei que ia odiar essa cidade! Tinham me falado que São Francisco cheirava a peixe…

Virgin America

Já comecei bem, num vôo da Virgin America. Gente, inexplicável! Demais… O ticket é colorido; antes de entrar, você escolhe a cor do fone de ouvido que quer – pink, roxo ou cinza – e é dos grandes!; as luzes laterais dentro do avião são pink; a divisória da business para a econômica é de acrílico roxo. E o filminho com as instruções de segurança? É uma animação com uns personagens muito bonitinhos, e um pouco maluquinhos, sabe? Ah, e sem contar que agora tem directv no avião, né? O que torna tudo muuuito mais divertido! Inclusive, a Virgin America tem um reality show sobre a vida de cinco aeromoças que trabalham na companhia. Moderno, né?

Aí, peguei o carro e coloquei o endereço do hotel – Frank – escolhido meio no escuro, e fui. Simplesmente ficava a uma quadra da Union Square, no meio de todas as lojas maravilhosas da cidade. Já fui ficando mais feliz, né? Ele é bem simples, mas todo moderninho e as pessoas que trabalham lá foram super atenciosas e me ajudaram muito com informações!

Pier 39

Depois de uma voltinha básica na região, fui para o Pier 39, onde tem o Bubba Gump (onde jantei) e tal. (Muito importante: fomos antes de escurecer!) É uma gracinha, tem uns restaurantes floridos, barracas de morango pra comer com chocolate, roda gigante, estava tendo apresentação de um mágico em uma tenda de circo. E tem foquinhas e gaivotas que ficam fazendo barulho e me deram um super momento nostalgia – parecia que eu estava assistindo ao filme da Pequena Sereia…

No dia seguinte, passeei de Cable Car, o bondinho deles. Subi na Union Square e fui até o fim, acaba no Pier 49, se não me engano. Andei bastante por ali e depois voltei de Cable Car mesmo – o trajeto é diferente e dá pra conhecer uma outra parte da cidade, que é muito bonita. E no caminho da ida e da volta, dá pra ver a famosa Lombard street, aquela toda torta e cheia de flores.

Aí, peguei um taxi e fui até a Castro street, na parte dos gays. Não sei, esperava mais. Normalmente lugar que tem mais gay é mais chique que o resto né?! Mas lá não era assim, achei a região do meu hotel mais arrumada… Dei muita risada foi com os sex shops que tem na rua, bem expostos, fotos e tudo mais; nem no Red Light District fiquei tão passada! Almoçamos por lá, em uma lanchonete bem legal, chamada Harvey’s. Acho que foram os melhores Chicken Tenders que eu comi (e olha que foram muitos!)…

Darioush Winery

E o maior programa é andar pela Golden Gate, não é? E lá fui eu, descendo pela Lombard, quando vi um lugar maravilhoso e tive que desviar: o Palace of Fine Arts, no cruzamento com a Lyon street. Não parece com nada que tem nos EUA, parece Europa, não sei… É um parque com um lago e no meio dele, umas colunas bem altas. Passarinhos, sol se pondo, lindo, lindo…

Bom, e já que estava perto, aproveitei pra conhecer Napa Valley, a região onde são produzidos os melhores vinhos do país. Dá mais ou menos uma hora e meia de São Francisco; chegando lá, tem uma vinícola atrás da outra. Conheci 2 muito bonitas – a Darioush, onde fiz degustação, e a Clos du Val. Depois almocei no restaurante do Auberge du Soleil, um hotel no alto do vale, com uma vista maravilhosa. Gostei bastante!

The Inn at Spanish Bay

3. Carmel

Que lugar é esse? Casas e hotéis maravilhosos, campos de golfe muito verdinhos, o sol se pondo no mar. E uma vila com Tiffany, Louis Vuitton, Bottega Veneta, Anthropologie… É perfeito!

Entrei no quarto do hotel e tinha uma lareira ligada me esperando. Abri a janela e vi um campo de golfe, com o mar no fundo. Saí pra tomar uma vinho e achei um bar ao ar livre, mesas com lareira no centro e muita gente bonita – esperando pra ver o tão aguardado pôr-do-sol… Aliás, programa imperdível – no The Inn at Spanish Bay, hotel dentro das 17 Miles. Esse tal de “17 Milhas” é um percurso que passa pelos campos de golfe de Pebble Beach. Muito lindo todo o caminho, não consegui parar de tirar fotos!!

4. Los Angeles

Outro hotel que sem querer foi ótimo! O Thompson, na Wilshire, a duas quadras da Rodeo. Cheguei, dei uma volta pela Rodeo Drive, e resolvi ficar na piscina no final de tarde – pra descansar um pouquinho sem perder nada, sabe? No

vitrine no chão, Prada

rooftop, lugar bacana, com um bar, pessoal novo, bonito – tinha até uma moça de short de paetê dourado e salto na piscina, bem básica. De repente, entre um papo e outro, eis que surge a Rihanna! Sim, a Rihanna! Me dá frio na barriga só de lembrar. Deus!! Ela é “giganta”, muito bonita! Só que está de cabelo, franja né?, vermelho… Gostinho um pouco duvidoso.

Fiquei passada com as lojas da Rodeo. Nem em Nova York são tão bonitas, suntuosas. A Prada tem uma arquitetura tão conhecida que pôde inovar, pra variar. No meio de letreiros gigantes com os nomes das lojas, uma querendo aparecer mais que a outra, na dela não tem absolutamente nada. Mas de longe dá pra ver aquelas manequins lindas, e logo a gente reconhece. Quando está de portas fechadas, deixa uma vitrine a mostra. No chão. Não é tudo??

SLS Hotel

Então, o hotel que eu queria ficar, na verdade, era o SLS, último hotel que o Philippe Starck fez. Questões financeiras impediram, sabe? Então, não tive escolha, senão ir jantar lá.

É incrível… Entrei pelo bar e nem quis ir para o restaurante, logo mudei minha reserva pra lá. Na entrada, uma televisão na vertical, com um vídeo de um “garçom” recebendo as pessoas. Só o garçom, fazendo mímica. Depois, outras TVs, com bustos de reis que aos poucos vão virando macaco. O lugar estava lotado, animado e com toda aquela decoração à la Philippe Starck. Demais… Tomei o melhor Dry Martini da minha vida e fui pra mesa. Abri o cardápio do The Bazaar e … pânico! Só tinha tapas. Ok, gente, deve ser bacana… Sem stress, pedi umas coisinhas lá e saí feliz.

Nossa, acho que consegui matar minha vontade de blog!!

Tomara que gostem das dicas!

Ai, mas tem tanta coisa mais…

Já já eu volto…

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