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Archive for the ‘Travel’ Category

Depois de mil séculos sem postar nada, vim aqui compartilhar com vocês minha descoberta em NY semanas atrás!!

Passeando pelo Meatpacking, fui conhecer o Chelsea Market, um lugar delicioso, cheio de lojinhas de comidas: tem padarias, lojinhas de cupcake, cookies, sanduíches, hot dog, frutos do mar, um mercadinho com produtos fresquinhos, tudo uma delicia!!!! Dica vá com fome pois você vai querer provar tudo!!!

Directions

E lá eu conheci os brownies da FAT WITCH, primeiro eu comprei um pequeno para experimentar e foi amor a primeira mordida, viciei, é simplesmente o melhor de todos!!!! E pra minha sorte ou azar o hotel que estava hospedada ficava a 3 quadras do Chelsea Market, ou seja (cerveja #not #fail) eu comia brownies todos os dias, por que eu queria mesmo era virar uma fat witch, brinks!!

Então se você esta com viagem marcada para NY não deixe de visitar o chelsea market e comer esses deliciosos brownies!! E se quiser pode me trazer um (uns) que eu aceito numa boa!!!

O Chelsea Market fica na 75 9th Avenue – Meatpacking

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Estou viciada no aplicatico do Cool Huting é super dinâmico cheio de informações e curiosidades bem legais e diferentes!!  Vale a pena baixar no seu ipad!!

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Hoje eu vou falar do restaurante que eu conheci durante meu carnaval em viagem a Bahia.

O restaurante da Silvinha fica na praia do Espelho, mais precisamente em Curuipe, eu estava hospedada no condomínio no Outeiro e de lá fomos andando pela praia até o restaurante, é uma boa caminhada mas vale muito a pena pois o visual daquele lugar é de tirar o fôlego!!!

Depois de passar pelas faleças e por algumas pousadinhas charmosas pela praia me deparei com um riozinho que divide a praia e onde fica localizado o restaurante da Silvinha, ai foi só atravessar o rio (nada de barquinho nem de canoa, você atravessa a pé mesmo, mas é rasinho no máximo a água bate no joelho) e voilá.

O restaurante tem decoração rústica bem típica da Bahia, toda colorida, um charme, e o cardápio varia de acordo com o peixe fresco do dia, a comida tem um toque asiático, tudo  muito gostoso e saboroso!

Para ir ao restaurante é necessário fazer reserva pelo tel: (73) 9985 4157 – Você liga pra Silvinha deixar um recado e espera o retorno da confirmação, tudo assim bem despretensioso, calma e tranquilo, como a Bahia!!!

A caminho da praia

O restaurante

aaah o mar...

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Viajar para a Europa é ótimo; visitamos museus, ruínas, castelos – voltamos até mais inteligentes… Mas viajar pra os EUA também é tãããão bom!

Tudo é facil – é mais perto, fala-se um inglês compreensível, ufa, e nos tratam bem por adorarem os turistas. Tem todas aquelas lojas, supermercados, farmácias, todos com 100 opções de cada produto a preços bem mais baixos do que os nossos.

Mudei um pouco a cara do Carnaval desse ano e fui passar a semana lá. E comecei por um lugar que eu amo, a Disney!

Estou num ano super atribulado, cheio de coisas para resolver; então foi ótimo voltar a ser criança! Passar uns diazinhos achando que o mundo é colorido, as pessoas são felizes, todas as princesas acabam ” happily ever after” com os seus príncipes… E que a gente pode comer batata frita e cachorro quente todos os dias, o que a melhor parte.

Adoro montanha russa, emoções fortes e tal, mas o meu parque preferido e o Magic Kingdom. Tem um 3-D lá, chamado Phillar Magic, que me da até vontade de chorar! Nostalgia total: o Pato Donald passeando por todos aqueles desenhos antigos – Pequena Sereia, Aladin, Bela e a Fera…

Na Universal conheci a atração do Harry Potter, meu vício literário de uns anos atrás (culta, não?). Entramos numa mistura de Hogsmeade com Beco-Diagonal  – tem a Ollivanders, loja de varinhas, o Owl Post, correio de corujas, o Gemialidades Weasley, loja dos irmãos gêmeos do Rony, barraquinhas vendendo cerveja amanteigada e o Expresso Hogwarts. Dentro do castelo vemos as salas de aula, corredores cheios de quadros de pessoas conversando entre si, Rony, Hermione e Harry, Dumbledore em seu escritório, o chapeu Seletor… Tudo, tudo, tudo. Esse é o caminho para chegar a uma montanha russa/3-D muito bacana, bem feita. Deu ate um medinho quando tudo ficou escuro e os Comensais da Morte apareceram!

E no Downtown Disney, depois de passear nas lojinhas e comprar vários presentes, gosto muito de jantar no Portobello, restaurante italiano com um spaguetti com camarão e aspargos maravilhoso…

Ah, e também tem o Crave, restaurante que eu não conhecia e adorei! Fica perto do Millenia e serve comida americana e japonesa.

Por falar no Millenia, que tem várias lojas ótimas, vou ter que fazer uma observação: a Anthropologie é demais… Além de ter coisas incríveis de casa, que não se encontra em nenhum outro lugar, é a minha loja preferida para comprar roupas. E agora eles tem uma personal shopper disponível para ajudar – você chega ao provador e suas peças estão separadas por looks. Não é o máximo??

vitrine Anthropologie

louça Anthropologie

Ok, aí eu tive que voltar a ser gente grande e fui pra Miami…

Cheguei lá tarde e logo fui conhecer o Soho Beach House, hotel novo de uma rede que me deixa louca (a Soho House tem hotéis em várias cidades, um mais lindo que o outro, vale a pena entrar no site!). Lá tem o Cecconi´s, restaurante italiano muuuito lindo! Parece um pátio, com árvores iluminadas e decoração discreta. 

tentei tirar uma foto lá, mas saía muito escura… então roubei essa do site

No dia seguinte passeei bastante no Bal Horbour e almocei no Carpaccio. Delícia! À noite fomos ao Prime One Twelve (que a Gi ja indicou aqui no blog). Comi tanto que passei mal a noite inteira… A carne de lá realmente é muito boa!

Prime 112

E no último dia, fui ver o pessoal treinando para o Cadillac Championship, campeonato de golf que acontece em Miami. E adivinhem quem estava lá?? Tiger Woods… Deus!

Tiger e o japinha que eu esqueci o nome…

E pra despedir, fui ao Blue Door Fish, restaurante do Delano, jantar. E quando começo a ler o cardápio vejo que o chef é o Claude Troisgros, aquele que tem um programa no GNT, sabem? Fofura né?! Bom, foi o melhor salmon que já comi na vida. Maravilhoso!…

Viajar é uma delícia… Pena que temos que voltar!

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A causa da minha ausência por esses dias é ótima: passei 20 dias na Itália! Voltei com alguns quilinhos a mais e muitas coisas pra contar…

Começamos a viagem pela Sicília, em Palermo, a capital. Bom, logo de cara já encontramos o Papa, pode?? Ele estava lá e passou de papa-móvel a 2 quadras do nosso hotel. Não sou a maior fã dele, mas o papa é o papa, né?…

À noite fui a um restaurante que saiu no New York Times e estava super ansiosa pra conhecer. Chama-se Antica Focacceria San Francesco e existe desde 1834. Confesso que fiquei um pouco decepcionada… Estava bom, comi um spaguetti alla Norma (típico da Sicília), mas não o tanto que esperava. O mais divertido é o caminho pra chegar lá: aquelas ruelas apertadíssimas, cheias de carros estacionados de qualquer jeito, muita confusão, motos, carabinieri e etc. Nessa região a confusão do trânsito é beeeem maior; todo mundo se xinga muito e buzina. Buzina, buzina, buzina. Maior divertido, até desestressa!

Palermo é linda, mas muito descuidada. Dá muito dó ver aqueles prédios, monumentos, estátuas, todos sem restauração; muitos estão até pixados. Essa é a diferença do sul e do norte da Itália… Mas também tem a parte boa. É cheia de feirinhas de frutas super coloridas, barraquinhas de antiguidades… A cidade parece um mercado de pulgas! Deu vontade de comprar tudo o que vi!

De lá, fomos conhecer algumas ruínas em Erice, Agrigento e Segesta, do tempo em que a região pertencia aos gregos. São lugares lindíssimos. Erice é uma cidadezinha murada, com castelinho, igreja e tal. O teto da igreja, é todo em estuque, que parece gesso, a coisa mais linda; nunca tinha visto. Logo na entrada tem um café todo moderninho, onde eu comi um docinho maaaaravilhoso, que era de mandorla e zibibbo, que eu não faço idéia do que significa, mas era ótimo.

Agrigento era uma cidade importante, rica, cheia de templos, e segundo a lenda foi fundada por Dédalo. Fui ao Valle dei Tempi, com templos do século 5º a.C.

Agrigento

O Templo da Concórdia é o mais conservado deles. Os templos eram pagãos e este se “salvou” porque foi tranformado em uma igreja cristã no século 4º a.C. Nele estava tendo uma exposição de arte contemporânea. Adoro a mistura…

L’Albero dei Crani, de Daniel Spoerri

Em Segesta tem um templo só, então aproveitei pra almoçar por lá. Em uma trattoria que eu estava com medo de entrar, de tão feia que era por fora. Mas não teve jeito, era o único lugar aberto na cidade. Aquela história – o garçom é dono da trattoria, junto com o resto da família, coisa e tal. Foi o segundo melhor prato que comi na viagem! Busiata della casa, com presunto cru, funghi e tomate. Essa busiata é uma massa que eles faziam lá, muito boa; um pedacinho de tagliarini que se enrola num tubo fino – um por um. Delícia! Ah, se um dia vocês passarem por lá, Trattoria Maiorana, mas todo mundo conhece como Trattoria del Luciano; fica na rua principal. Detalhe, estavamos em 10 pessoas, pedimos entrada, tomamos vinho, comemos muito bem e a conta total deu 88 euros…

Depois fomos pra Taormina. Ficamos em um hotel super gostoso, no nível da praia, chamado La Plage. Era ótimo, mas tínhamos que pegar a Funivia para ir ao centro. Deve ser mais divertido ficar lé em cima… A cidadezinha é linda, cheia de lojinhas e restaurantes charmosos. Comprei coisas lindas pra mim em duas lojas de antiguidades que são vizinhas e ficam logo depois da igreja. Imperdível! Coisas maravilhosas a um preço ótimo! Dá a maior “deprê” morar tão longe e não poder levar relógios, quadros, lustres…

Na cidade também tem o Teatro Antico, cuja construção começou no século 3º a.C. pelos gregos e foi retomada depois pelos romanos. O que ficou é praticamente só romano; sobraram apenas algumas colunas gregas. A vista de lá é linda, com o mar no fundo!

Bom, depois vem um programa que eu não sei definir muito bem se gostei ou não… Fui ao Etna. Chegamos à base do vulcão de carro antes de pegar o jipe para subir. Já de baixo é muito interessante –  o vulcão entrou em erupção pela última vez não faz muito tempo e ainda se pode ver a destruição, por onde a lava passou. É uma paisagem de 2 cores, o verde da vegetação e o preto das pedras vulcânicas.

Pra subir é uma loucura, achei muito perigoso; o caminho é super estreito, parece que vamos despencar e cair dentro de uma cratera. Até o topo são 3 paradas – o motorista é o único a acompanhar o grupo de umas 20 pessoas, ele só fala italiano e não conta ninguém quando saímos e entramos no jipe. Ok, dramas a parte, já na segunda parada estamos acima das nuvens, é estranho. E lindo.

Na última para estamos a 2900 metros, é muito alto, Deus! Vento, vento, vento. Não consegui ficar muito tempo fora do jipe.

Pela quantidade de fotos, e assunto, acho que gostei né? Ok, decidi.

Saí de lá morta de fome, pra variar, e paramos no primeiro lugar que encontramos. Era uma vínicola, com um lugar para degustação de vinhos e frios, chamada Gambini Vini. O lugar é super cuidado, com vista para as parreiras e estava o maior frio. Foi ótimo! Esquentei tomando vinhos maravilhosos…

E então chegamos à famosa Costiera Amalfitana.

Em Ravello, visitei a Villa Rufolo, que tem jardins super coloridos com vista para o mar. Vale super a pena. E tem uma galeria na praça que vende umas réplicas de quadros famosos, algum detalhe dos quadros, com técnica de afresco. Comprei duas! E lá, cidade onde a música é muito importante, foi inaugurado esse ano o Auditorium Oscar Niemeyer! Olha que chique… E foi uma pena não ter conseguido assistir a nenhum concerto; no dia seguinte teria um nesse jardim que visitei… Fica pra próxima!

Tentamos almoçar em Amalfi mas estava impossível, intransitável. Paramos num restaurante muito gostoso na estrada entre Amalfi e Positano e comemos muito bem – La Taverna del Leone, está no guia Michelin.

Capri é a cidadezinha mais “chicosa”; todas as lojas importantes estão lá e tem uma joalheria atrás da outra com esmeraldas e mais esmeraldas. Fomos jantar no Capri’s, logo na entrada da cidade. O dono do restaurante é maluco, doidíssimo; foi super divertido e a comida estava ótima! Em outra noite jantamos no La Campannina, que também tem um dono superstar, o signor Antonio. Perto do restaurante, achei uma loja de cerâmicas maravilhosas, diferenciadas, muitas assinadas. Chama Adele and Silvia e existe desde 1919. Comprei várias coisas lindas, e pequenas. Arrasada de novo, porque queria um espelho enorme que tinha lá. Olha que lindo:

Specchio con angeli, de Castelli

Em Anacapri, visitei a igreja, que é toda de ladrilhos com desenhos do paraíso – Adão e Eva, animaisinhos e tal. Não se pode pisar no chão, tem uma passarela de madeira para as pessoas andarem. Fui também à Villa di San Michele, que é uma das 12 villas construídas por Tibério. Esta é especialmente interessante porque pertenceu a Axel Munthe, médico sueco que se apaixonou pela região. A villa foi tema de seu livro – publicado em 1929, “O livro de San Michele” funde de maneira fantasiosa reflexões filosóficas sobre vida e morte, ética médica e direitos dos animais (moderno ele, né?). O livro foi traduzido em mais de 40 línguas, continua sendo reeditado e é um dos mais famosos e lidos dos 1900. (O pessoal aqui em casa já leu; vou procurar, ler também e depois conto o que achei!)

Tibério governou o império romano de Capri de 26 a 38 d.C. Como era pagão, tudo o que vinha dele era descartado pelas pessoas, por acreditarem que trazia má sorte. E esse Munthe, espertinho, pegava tudo o que estava jogado e levava pra casa dele. A Villa tem relíquias espalhadas por toda parte. Inclusive uma esfinge egípcia, do tempo de Ramsés II, 1.200 a.C. – que ninguém sabe como foi parar lá. No livro ele cita a esfinge; diz que a viu em um sonho e quando acordou foi buscá-la. “X”…

E sabem quem eram os amiguinhos de Munthe?? Oscar Wilde, Conde Zeppelin (inventor do dirigível) e muita gente da nobreza da Europa frequentava a Villa di San Michele.

Indo embora, passamos correndo por Amalfi para conhecer a catedral. Ainda bem. Deu até frio na barriga! Gente, é a coisa mais linda… Cheia de coisas pra ver, várias salas diferentes, muita coisa linda. E já que estava lá, aproveitei para entrar em algumas lojinhas, né, poxa?! Embaixo da escadaria da igreja, do lado direito, tem uma loja de cerâmica chamada Affonso Fusco, que tem umas coisas bem diferentes do que a gente vê no resto da costa. E na praça, também do lado direito, tem uma papelaria liiiinda, que acho que chama La Scuderia del Duca, com um chão de vidro com vários papéis de pergaminho embaixo.

A pressa toda em Amalfi era porque estávamos a caminho de Pompéia, super ansiosos. A cidade é do 7º século a.C. e só foi descoberta no século 16. Estava soterrada por cinzas. Sua destruição começou ano de 62, quando um terremoto atingiu a região; depois de 17 anos, com a cidade ainda em reconstrução, veio a erupção do Vesúvio. As pessoas, achando que o tremor era de outro terremoto, ficaram em suas casas esperando que passasse. Aí veio o gás, matou a todos, e depois a lava – por causa disso, pode-se ver vários corpos petrificados lá. Bem macabro. É uma área bem grande, acho que 62 hectares, e se parece muito com as nossas cidades de hoje. Quarteirões, ruas, praças, casas de ricos, casas de pobres, bares, e prostíbulos, claro. Nos muros, tem placas com um pênis indicando a direção das casas de prostituição, ok pra você? A cidade era pagã, o sexo era uma coisa super normal e escancarada. Vimos muita coisa bacana, contratamos um guia ótimo que contou várias histórias. Mas isso dá outro post, muita informação…

"bar" de Pompéia

E chegamos a civilização! Roma, que delícia! Só teve um problema. Turista. Que praga é essa, Deus?? Que coisa horrível, estraga qualquer paisagem… Olha o estado da escadaria da Piazza di Spagna, parece arquibancada de estádio de futebol:

Hotel Ambasciatore, na via Veneto, super recomendo. E perto do hotel, descendo para a Piazza Barberini, tem a Arion, papelaria/livraria muito boa, vale a pena perder um tempinho lá. Bom, vamos à comida: também por ali, jantamos na Hostaria Romana com o melhor antipasto da viagem, maravilhoso, e Saltimbocca alla Romana original; na Cantina Cantarini que é tão boa que é já minha terceira vez lá; e no Al Fienaroli, restaurante em Trastevere, onde eu quase chorei por não ter pedido Spaguetti Caccio e Pepe (típico da região) igual ao da minha mãe, estava muito, muito bom.

Meu lado fútil falou alto e paramos em Montevarchi, na Space. É a fabrica que produz para o grupo Prada, então tem Miu Miu e Jil Sander também. A loja está toda reformada, arrumada, várias pessoas pra atender… e muita coisa pra comprar! Bolsas, roupas, sapatos, carteiras, chaveiros… É o paraíso. Dormimos em Firenze, e jantamos em um restaurante muito bacana, o Buca Mario.

Enfim, Verona. Ai, Verona, adoro! A cidade é tão gostosa, fácil de andar, tudo pertinho e lindo, pessoas bonitas. O hotel ajudou, Colomba d’Oro, a uma quadra da via Mazzini. Almocei meu prato preferido da viagem lá, num restaurante perto do hotel, a Osteria Casa Vino. De entrada, fiori di zucca recheada com ricotta e como prato principal spaguetti com lula, camarão e farofinha de pão. Huuuum…

Comemos também em outros 2 lugares ótimos. A pizzaria Bella Napoli, melhor pizza! Comi uma de tomate, parmesão, presunto de parma e azeite de trufa, maravilhosa. E o outro, La Taverna di via Stella, que fica numa antiga casa que fazia frios, tipo presunto, salame e tal, então tem vários ganchos onde se pendurava a carne no teto. E é cheio de salas, dá pra sentar em vários lugares. Eu não sou muito de risotto, mas pra quem gosta lá tem um risotto all’ Amarone ótimo! Amarone é aquele vinho todo importante, sabem? Preferi tomar o meu…

La Taverna di via Stella

Uma observação importante: todos os restaurantes que fui não são de modinha, chiques, cheio gente; não. São restaurantes com comida boa…  e sem turistas! Ufa… Nada contra, mas dessa vez foi assim. Então se quiserem ver gente e tal, não sigam meus conselhos, ok? E não coloquei os endereços por pura preguiça – tenho todos, se precisarem é só pedir.

E acabou…

Já tô pronta pra próxima viagem!!

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Hi Wannabes!! A pedido das amadas Gabi e Gi lá vai alguns flashes da minha visitinha rápida à NYC uma semana atrás!

Eu estaria sendo pretensiosa se dissesse que vou descrever detalhes do que vi por lá. Quem já foi sabe bem que é impossível! Tudo lá vale a pena ser visto, sentido, vivido… É uma cidade única, que não parece em aspecto algum com nenhuma outra.

Confesso que não foi paixão a primeira vista. Sou uma puxa-saco assumida da Europa e “bestamente” sinto uma “rivalidade de continentes”, acho que por isso cheguei com um “pézinho atrás”, tentando de certa forma, não gostar tantoooo assim de NY. Ahahaha… O que não adiantou nada. No terceiro dia eu me rendi. Já comecei a pensar onde seria meu apartamento (eu tenho essa mania de querer morar nas cidades que eu me apaixono), como seria a minha vida de newyorker, ahahaha… Além do corpo, ia viajando de alma naquelas ruas…

Só pra concluir o meu dilema Europa x “América”, como uma legítima virginiana filha única: QUERO TUDO! Ahahah…

Nem preciso dizer que andei horrores naquela cidade (a pé, de táxi, de metrô, de carro, e até de bicicleta!). Claro que não foi suficiente, mas eu me desdobrei pra tentar ir em quase todos os lugares do meu próprio NY Map-Guide (aquele elaborado com as dicas incríveis de alguns amigos – https://friendswannabebloggers.wordpress.com/2010/08/13/now-ny-map-guide/).

Todos os dias eu e minha “roomie” (que foi perfeita!) Flávia decidíamos um roteirinho, era mais ou menos assim:

Manhã: sightseeing (Nós acordávamos todos os dias 7:30 da manhã com o despertador – que até o último dia eu tinha certeza que desligava sozinho, até que a Flávia me contou que era ela quem desligava.)

Almoço em um dos restaurantes do NY Map-Guide

Tarde: shopping

Noite: algum programa especial (que sempre incluia um drink, jantar e tals – tb do NY Map-Guide)

P.S.: Eu imprimi esse NY Map-Guide e não dávamos um passo sem ele! ahahaha… Separei por regiões e itens como “onde comer”, “onde comprar” e “lugares para conhecer”, o que facilitava na hora de decidir o roteiro do dia. Se alguém se interessar pela versão impressa é só pedir que mando o arquivo.

P.S. 2: É importantíssimo fazer reservas nos restaurantes de NYC – principalmente no jantar – além de ser cultural você não corre o risco de ficar de fora dos lugares mais badalados. Descobri um site que faz reservas em quase todos – www.opentable.com – é só se cadastrar com nome e um número de telefone, bem simples. Você pode também pedir o serviço de concierge do seu cartão de crédito – pra quem prefere falar em português mesmo, ou então o serviço de concierge do seu hotel – mas aconselho fazer reservas com antecedência porque obviamente os melhores restaurantes estão sempre lotados!

Fizemos tudo o que foi possível! Mas a Estátua da Liberdade (que eu chamei a viagem inteira de “torre”) vimos de longe. Quando cheguei no Battery Park tinha muita gente, muita fila… Vai ter que ficar pra próxima. Wall Street, Rockfeller Center, Ground Zero (WTC), Grand Central Station, Empire State, Times Square, Central Park, Dakota Building, Chrysler Building, Brooklin Bridge, MoMa, Lion King e Phanton of Opera and so on…

Vale dizer que:

– você tem que tirar foto com o touro da Wall Street e colocar a mão no $%# dele pra atrair forturna;

– para não pegar fila no Empire State é só chegar cedo;

– quando você chega no Ground Zero (WTC) você se arrepia, e o mesmo acontece no Dakota Building apesar de que apenas uma pessoa  tenha sido assassinada lá (J. Lennon);

– você tem que passar na Times Square durante o dia e a noite pra ver que a noite parece dia com tantas luzes;

– sempre tem ingressos nos musicais e custam a mesma coisa que na internet com antecedencia, que a fila pra comprar tickets com descontos é gigantesca – na tkts – e, a não ser que você contrate alguém pra ficar lá, não vale a pena encarar;

– andar de bicicleta no Central Park foi a melhor idéia que a minha roomie teve! Foi demais!  Apesar de eu ter me perdido completamente… Teve até um protesto pela legalização do topless em NYC! ahahah… ;

– é interessante observar as pessoas na Grand Central Station – que é linda com seus vitrais gigantes e o teto com os símbolos do zodíaco desenhados;

– apesar de ter ido em não-sei-quantos museus nos últimos tempos, eu AMEI o MoMa. Obras totalmente diferentes das que eu já tinha visto, a exposição do John Newman vale um post a parte;

– no verão a pista de patinação do Rockfeller Center se transforma em um café lindíssimo!

– com certeza eu estou esquecendo de alguma coisa.

Mudando do lado turístico-hippie para o lado shopaholic

Até o ser mais equilibrado perde o controle em NYC. Tudo o que você compra ainda não é o suficiente. O povo enlouquece lá. O um fato que me impressionou muito foi quando eu vi uma fila dando a volta no quarteirão na maior chuva, todos com seus guarda-chuvinhas, adivinha onde… na porta da Abercrombie! Vai entender…

Eu não gostei da Macy’s – com exceção daquela escada rolante de madeira que eu achei demais, gostei da Sak’s, adorei a Bloomingdale’s, AMEI a Barney’s e perdi o fôlego na Bergdorf Goodman! Ahahahaha… Mas sei que “elas” são amigas entre si. Fui comprar meu perfume na Bloomingdale’s e tinha acabado. 😦 A mocinha bem gentil, ligou na hora para a Bergdorf e reservou um pra mim lá (me deu o telefone para falar com o Mr. Taylor que estaria me esperando). Ahahaha… Completamente íntima, como se fosse minha home town.

A 5th Av. é incansável. A Tiffany da 5th Av. é emocionante (ahhaha… ok… ok… drama fútil, mas só de pensar no filme Bonequinha de Luxo… ai…).

P.S.: As lojas fecham às 19hrs e as lojas de depto fecham as 20hrs.

Andar pelo Soho é completamente diferente, mas não sei dizer onde gosto mais. As lojas são menores, mas muito charmosas. Aliás, charme é o que não falta ali. Dá uma sensação de “equilíbrio” quando se entra em uma loja e depois em uma galeria de arte, uma loja, uma galeria… ahahaha… Os artistas de rua roubam a cena durante o dia, é menos frenético, dá pra respirar – claro que isso não vale quando se chega na altura da Broadway. É bem pertinho do Meatpacking, com ânimo dá pra ir andando até lá, e com tempo, dá pra ir entrando em todas as lojinhas que chamarem atenção.

Eu poderia ficar mais umas horinhas escrevendo sobre todas as lojas que entrei, mas não dá, né… Tentei ir em todas do NY Map-Guide. Além das clássicas, que vale até mesmo que pelo passeio em suas flagships  stores (consigo ver até um ladinho cultural nessa “visita” ahaha…) como a da Prada no Soho, é interessante dar uma passadinha na H&M, Forever 21, Top Shop… Cada uma com seu estilo fast fashion e um preço queridíssimo. Ah! Sem esquecer da Anthropologie, que tem coisas de casa também. Tem a Henry Bendel que é uma delícia de ir, tem roupas, óculos, bijoux e até Dj! Sem falar das farmácias como a Duane, CVS e também a Walgreens… ahhh… desisto!  (Isso é só uma pincelada, ok!?)

Na hora de comer opções não faltam. Eu e minha “roomie” consideramos restaurantes como passeios, então almoçávamos e jantávamos bem. Infelizmente (ou felizmente) não deu pra comer o cachorro quente nas barraquinhas do meio da rua (quem sabe numa próxima vez…). Nessa listinha seguem Cipriani Downtown (lá você tem que tomar um Bellini antes de almoçar! Os pratos são enormes!), Bar Pitti (o spaguetti com lagosta é delicioso), Bice (também comi spaguetti com lagosta ahaha…), Sara Beth’s (brunch), Prime Burguer (com as mesas igual de escolinha e o preferido da Sara Jessica Parker), Butter (restaurante com boate/balada – como preferir, pratos deliciosos e uma sobremesa linda!), Standart Grill (o chão é de moedinhas, fica no hotel The Standart – Boom boom room – e tem um bar também no hotel que é bem descolado e movimentado), Pastis (tomar Mimosa), Balthazar (vinho rose Cotês de Provence), Bagatelli, Serafina, Morimoto, Spice Market, 1 OAK (com a minha amada Dani Cabrera)… e infinito! Ahhh… Não posso esquecer do Joint Burger – simplesmente o melhor de NYC e o mais interessante (tb vale um post a parte) e nem do cheiro da Magnolia Bakery.

Não tenho a menor intenção de esgotar aqui todos os detalhes, mas acho que deu pra ter uma idéia, né!? Segue algumas fotinhos para quem quiser conferir!

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Situado em Maastricht, na Holanda,

esse hotel boutique foi construído dentro de uma igreja gótica fantástica do século XV.

No fim de 2000, a rede de hotéis Camille Oostwegel tomou a iniciativa de salvar a igreja da ruína. Depois de várias restaurações, o edifício foi transformado num luxuoso hotel de design contemporâneo, mantendo o respeito pelo passado.

Olha essa vista! Você olha a paisagem da cidadezinha medieval através de um vitral maravilhoso…

Não é lindo demais?

Pra mim, sempre a combinação perfeita: passado e presente-quase futuro.

Não dá pra enjoar…

Film – Kruisherenhotel Maastricht – Camille Oostwegel ChâteauHotels & -Restaurants.

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